O Brasil pediu e nós atendemos: 4 Partidos Monárquicos !
Agora estamos trabalhando unidos para registrar mais três partidos políticos, além do nosso PRD/Real. São eles:
PMPB - Partido Monárquico Parlamentarista Brasileiro
PMMB - Partido do Movimento Monarquista do Brasil
PCI - Partido da Construção Imperial
Com 4 partidos poderemos melhor atender o grande número dos pedidos para dirigir os diretórios estaduais e municipais. A ação também vai proporcionar no futuro um coligação forte. Vai representar mais espaço político com tempo maior nos horários eleitorais de Rádio e TV. E o mais importante: possibilidade de lançar mais candidatos e obter maior vitória eleitoral nas urnas com coligações confiáveis entre 4 partidos ideologicamente afinados.
A folha para as Assinaturas de Apoiamentos que estamos disponibilizando já estão contendo as 4 fichas que levarão as 4 assinaturas dos apoiadores. Com isso estamos otimizando o nosso trabalho com vistas a obter o registro de 4 novos partidos.
Ficha de apoiamento
Por que um Partido Monarquista?Precisamos de um Partido no qual nos identificamos com seu programa e
objetivos para propor soluções reais para o Brasil. Sabemos que eleição é a
forma pela qual os cidadãos de uma sociedade escolhem livremente seus
candidatos ou partidos políticos por meio do voto.
Você quer implantar, coordenar ou simplesmente participar de um Diretório Municipal ou Estadual do REAL/PRD? Para participar do trabalho de organização e implantação do Partido da Real Democracia em sua Cidade através de um Diretório Municipal, ou integrar o Diretório Estadual, envie seu currículo completo (pessoal e profissional), com cópia de seus documentos (Identidade, CPF, Título de Eleitor, Certificados, Diplomas etc)) para: REAL/PRD - Caixa Postal nº 8627 - cep 70312-970 - Brasília-DF ou via Fale Conosco
COMO COLABORAR AJUDANDO NA OBTENÇÃO DE ASSINATURAS DE APOIamentoNossa meta é obter o dobro das 468.890 asssinaturas de apoiamento do
eleitorado nacional necessárias para a criação de um novo partido, obedecendo
os número mínimos necessários de acordo com o percentual estabelecidos para
cada Estado da federação até cumprir todas as exigências do TSE. Você pode colaborar
e para saber como entre em contato conosco! Acesse a ficha de apoiamento no link abaixo. Após imprimir e assinadas enviar para: Partido da Real Democracia - Caixa Postal n° 8627 - cep 70312-970 - Brasília-DF
Exemplo no primeiro mundo para o Brasil voltar a ser novamente primeiro mundo:Países que adotam a Monarquia Parlamentarista:. Austrália . Bélgica . Canadá . Dinamarca . Espanha . Inglaterra . Holanda . Noruega . Nova Zelândia . Japão . Suécia |

Carta de repúdio dos Monarquistas Brasileiros ao Programa produzido pelo Partido da República
É com indignação que os monarquistas
brasileiros, representados nas instituições abaixo relacionadas, se
viram forçados a assistir à propaganda partidária obrigatória na
última quinta-feira 14 de junho. Na referida transmissão, vimos todo
um período histórico, um dos mais brilhantes da História Brasileira,
ser acintosamente denegrido, utilizando-se de premissas falsas e sem
embasamento nos fatos. O chamado Partido da República (PR), em seu
programa, em claro abuso do democrático direito de expor sua linha
de idéias, empregou boa parte de seu tempo em caluniar o Segundo
Império do Brasil, quando poderia utilizar melhor o espaço para
defender suas propostas, ou pelo menos, explicar por que o regime
republicano está tomado por tantos corruptos...
Logo ao começo, percebe-se a impossibilidade de atacar a figura
histórica de Dom Pedro II, classificado como “boa praça, idealista,
querido pelo seu povo, honrado e com boas intenções”. De fato, a
república não nos ofereceu nada que possa ser comparado.
Fala-se do início da favelização com a chegada de escravos libertos
aos morros cariocas. Vergonhosamente, coloca-se nos negros a culpa
pelo início da desorganização urbana do Brasil no século XX. Ignoram,
ou fazem que ignoram, os planos da Princesa Isabel de assentar os
ex-escravos em terras devolutas, em uma autêntica e verdadeira
Reforma Agrária, a mesma que jamais foi feita na república. Ignoram,
ou fazem que ignoram, que o Brasil Império tinha uma das maiores
participações nos processos eletivos do século XIX, e que era uma
nação respeitada e ocupava lugar de igualdade face às outras nações,
e que a ditadura e a submissão aos interesses internacionais fazem
parte da triste herança deixada pelo golpe de 1889.
Impostos demais? Como se pode fazer tal colocação se no Império
tínhamos menos de um terço dos impostos que temos hoje? Tínhamos no
Império apenas 17 tarifas, enquanto a república já nos cobra 62
tarifas, consumindo 40,69% de tudo o que produzimos. Essa a herança
da república quanto à carga tributária.
Colocar a república como aspiração de toda a população, ao termo do
século XIX, é no mínimo desconhecer a História Brasileira, ou quiçá
uma pilhéria. O Partido Republicano daquela época nunca elegeu mais
de três deputados. Então, como chamar a idéia republicana de
popular? Pior, é do seio dos próprios republicanos partícipes do
golpe de 1889 que sai a palavra comprobatória, pois Aristides Lobo,
jornalista republicano, escreveu claramente que a população a tudo
assistira "bestializada, atônita, surpresa, sem saber o que
significava". Lógico: quem promoveu o golpe de 1889 foram as elites
escravocratas revoltadas com a Abolição – os “Republicanos de 14 de
Maio”. Isto irretorquivelmente mostra que o povo brasileiro não
comungava das ilustres desconhecidas idéias republicanas. Em verdade,
era ao Império e a Dom Pedro II que o nosso povo tinha genuíno
apreço – daí a razão do banimento ao exílio de toda a Família
Imperial Brasileira. Nascia assim a República Velha, ou República
Oligárquica, como é chamada pelos livros de História.
Crises? Não exatamente no Império, que nos rendeu quase meio século
de estabilidade institucional. Nossa pior crise é hoje, sob a
república da corrupção – a maior seqüência de desonras públicas que
a História já registrou no Brasil. O Povo Brasileiro está enojado,
envergonhado de si mesmo e diante do mundo. Curioso é que tal
associação entre Império e corrupção venha do PR, filho da fusão do
Prona com o PL, partido político simplesmente afundado até o pescoço
no escândalo do Mensalão. Fica aqui o desafio para que se citem no
Império Brasileiro indignidades ao menos comparáveis a Mensalões,
Mensalinhos, Sanguessugas ou às descobertas de Navalhas, Furacões e
congêneres.
Reconheça-se, contudo, que o programa mostra que a república não
cumpriu seu papel, após mais de 100 anos. Se 117 anos não bastaram,
quantos mais exigirão? Fato é que, com o histórico vergonhoso que a
república brasileira teve e tem, é autêntica profanação uma
propaganda partidária republicana atacando a lembrança do período
histórico que forjou a unidade do Brasil e o encaminhava para um
desenvolvimento natural, até ter sua evolução cortada pelo golpe de
15/11/1889.
O desenvolvimento não passa pelos trilhos da forma de governo
republicana, ao contrário do que a propaganda insinua. Que o digam
ingleses, noruegueses, australianos, canadenses, japoneses e suecos.
Aliás, o purismo da idéia de república sequer diz respeito à forma
de governo, e sim à de “coisa pública”, “bem comum”. Sob essa ótica,
as monarquias dão um banho de republicanismo nas ditas “repúblicas”,
ao demonstrar um respeito pelo erário que não se vê na história
brasileira desde 15/11/1889. Ao contrário do que a propaganda sugere,
a corrupção, no Brasil, encontrou terreno fértil após o golpe da
república, fato atestado por pessoas que vivenciaram ambos os
períodos históricos, quais sejam Monteiro Lobato e o republicano
arrependido Rui Barbosa.
Nós, monarquistas parlamentaristas do Século XXI, defendemos uma
forma e um sistema de Governo que sejam baratos e que garantam a
transparência, a eqüidade, a justiça, a liberdade e a democracia,
bem como o inabalável respeito pelo bem comum, em proveito de todos
e não de poucos – eis o verdadeiro significado histórico da palavra
república.
São Paulo (SP), 07 de Setembro de
2008
Subscrevem as instituições:
Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos (IBEM Nacional) de
Brasília - DF
Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos de Minas Gerais (IBEM-MG);
Instituto Brasileiro de Estudos Monárquicos do Rio Grande do Sul (IBEM-RS);
Movimento Monárquico Brasileiro
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